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Lista de Aplicativos e Serviços que não podem ser acessados na Rússia

A invasão da Ucrânia pela Rússia tem trazido uma série de consequências negativas para o país, como resposta, diversos gigantes do mundo da tecnologia estão limitando ou encerrando suas operações no país. Algumas delas foram em forma de protesto, outras foram obrigadas pelas dezenas de sanções internacionais impostas ao governo Kremlin.

Se você é brasileiro e pretende visitar a Rússia, seja a trabalho ou para passar suas férias em família. É melhor você conferir nossa lista de apps e sites que não podem ser acessados do território Russo:

TikTok: Depois de proibir o cadastro de novos usuários na plataforma, a empresa também interrompeu a possibilidade de usuários realizarem uploads de novos vídeos e fazerem transmissões do território Rússia.

Twitter: No mês passado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, censurou a plataforma em todo território do país. Mas a empresa lançou uma versão Onion que pode ser acessada através do navegador Tor e, consequentemente, burlar os filtros de censura.

Nokia: Fabrica de origem finlandesa parou de fornecer equipamentos para o governo, e deixou para trás uma infraestrutura moderna que auxilia a vigilância do governo russo.

PayPal: A gigante de pagamentos on-line juntou-se a outras empresas que são contra à guerra e interrompeu suas transações em território Rússo.

Sony: A divisão de estúdios da Sony interrompeu os lançamentos de seus próximos filmes na Rússia, juntamente com as vendas do PlayStation 5 e as operações da Sony Music.

Spotify: O aplicativo de streaming de música suspendeu seus serviços, citando uma nova lei que penaliza empresas e indivíduos por divulgar informações falsas sobre sua ‘operação militar’ na Ucrânia.

Samsung: A gigante de tecnologia coreana interrompeu os envios de novos smartphones para a Rússia. A empresa é uma das maiores fornecedoras de smartphones do país, ao lado da Apple e Xiaomi.

Etsy: A empresa de comércio eletrônico irá proibir que cidadãos da Rússia e Bielorrússia acessem o site após 4 de abril.

Meta: Enquanto outras empresas encerraram seus serviços voluntariamente, as autoridades russas proibiram o Facebook e o Instagram alegando “realizar atividades extremistas”.

Google: O gigante das buscas descontinuou seus serviços de anúncios no país. E assim como a AWS, o Google Cloud também parou de aceitar novos clientes, o YouTube está bloqueando o acesso a canais de mídia patrocinados pelo Estado russo em todo o mundo.

Google Pay: Assim como o Apple Pay, o Google Pay interrompeu suas operações por causa de sanções aos bancos russos.

Microsoft: A empresa com sede em Seattle interrompeu todas as novas vendas, incluindo os serviços de nuvem do Azure, na Rússia.

Netflix: O serviço de conteúdo excluiu a Rússia de seus países que prestavam serviços no início de março, pois as autoridades exigiram a transmissão de 20 canais russos gratuitos patrocinados pelo estado.

Apple Pay: no mês passado, depois que os bancos russos foram atingidos por sanções, a Apple decidiu encerrar seus serviços de pagamento.

Apple Store: No início deste mês, a fabricante do iPhone disse que está suspendendo todas as vendas de produtos físicos na Rússia após a invasão. Também proíbe aplicativos de mídia patrocinados pelo Estado, como RT News e Sputnik, fora do país, na App Store.

Adobe: A Adobe parou de vender todos os seus softwares e serviços em 4 de março. Isso já teve um impacto nos artistas russos e na mídia impressa .

Amazon: a Amazon suspendeu seus serviços de entrega no varejo e Prime Vídeo para clientes russos. O serviço de infraestrutura em nuvem da empresa, Amazon Web Services (AWS), parou de aceitar novos clientes e está banindo qualquer pessoa que use a plataforma para “ameaçar, incitar, promover ou incentivar ativamente a violência, terrorismo ou outros danos graves”.

Como forma de pressionar a Rússia na guerra na Ucrânia. Muitos serviços importantes têm deixado de funcionar no país e estão impactando diretamente na vida das pessoas. A lista é grande e tende aumentar enquanto durar a guerra. Conforme for aumentando, iremos atualizar. E você, concorda com essa oposição das empresas? Deixe-nos saber nos comentários abaixo.

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